

Perfeito, maravilhoso, inesquecível, incomparável, inigualável, fantástico, fabuloso…
Fiquei na grade, do lado em que o meu Paul (na foto, com a bandeira na mão) canta, babando. Nem sei dizer qual parte foi a melhor, acho que foi quando ele "voou" para um palquinho sobre a mesa de som no meio do público para cantar Love Gun". Ele fez tudo o que eu sempre o vi fazer pela televisão: as mesmas "dancinhas", o mesmo rebolado, tudo igual, bem ali, na minha frente. E como ele é lindo! Meu Paul não envelhece! Não tirei os olhos dele durante todo o show, só olhei para os outros quando ele saía do palco. Amei quando ele cantou Hotter Than Hell, no fundo do palco, tinha uma parede de amplificadores e, sobre eles, várias sirenes - tipo de bombeiro - que dispararam no meio da maior fumaceira no final da música. O som desses aplificadores era tão alto que até agora parece que meus órgãos estão todos se tremendo. Vou morrer apaixonada pelo meu Paul!
O Gene Simmons soprou fogo, vomitou sangue e "voou" para cima do suporte de iluminação quando cantou I love it loud.
A guitarra do Tommy Tayer dava tiros de fogos, aliás, o show inteiro teve labaredas e fogos sincronizados com as músicas. A bateria do Eric Singer (que saudade do Peter Criss!) levitou, parecia que ia decolar, na hora do solo dele.
O show do KISS é uma experiência única que tive o privilégio de ver três vezes. Tomara que esta não tenha sido a última.